Maria Marta Coelho Ribeiro


Mais uma poetisa do Reguengo do Fetal.

Viúva ainda muito nova teve de “ comer o pão que o diabo amassou” para criar os seus quatro filhos.


Passou os últimos anos de vida no Lar Nª Sª do Fetal, onde faleceu.


Diz-se que, era uma excelente improvisadora e, talvez por isso, a maior parte das suas criações se tenham perdido.

Quadras alusivas ao lar


Ó lar da Senhora do Fetal

És minha alegria

Dá o sol no meu quarto

Logo ao romper do dia


A minha colega é a Gertrudes

Temos uma santa vida

Quando chegamos ao salão

Logo a lia se canta


Eu vivia muito só

No meu triste pensar

Por isso resolvi

Vir aqui para o lar.


Os meus filhos estão na América

Todos vivem menos mal

E eu, vivo neste lar

Da senhora do fetal